Trocar de administradora parece complicado — e as administradoras ruins contam com isso. Na prática, com o roteiro certo, a transição leva 30 a 60 dias e o condomínio não fica um dia sequer sem gestão.
Passo 1 — Reúna os motivos (e os documentos)
Liste objetivamente o que motivou a troca: atrasos na prestação de contas, atendimento lento, extras abusivos. Peça as últimas 3 prestações de contas e o contrato vigente (atenção ao prazo de aviso prévio, normalmente 30–60 dias).
Passo 2 — Cote antes de convocar
Leve à assembleia uma alternativa concreta: proposta por escrito, escopo claro e referências. Assembleia sem opção na mesa vira reclamação coletiva — com opção, vira decisão.
Passo 3 — Convoque a assembleia
A troca de administradora é decisão de assembleia (maioria simples dos presentes, salvo disposição diferente na convenção). O edital deve citar expressamente o item "contratação/substituição da administradora".
Passo 4 — Formalize a saída
Aprovada a troca: notifique a administradora atual por escrito respeitando o aviso prévio e exija a lista de entrega: contratos, certificados digitais, senhas, documentos dos funcionários, saldo e extratos das contas.
Passo 5 — Migração assistida
Uma boa administradora nova conduz a transição: confere saldos, assume as rotinas trabalhistas, comunica os condôminos e mantém o vencimento dos boletos sem sobressalto. Na Elite, esse processo tem checklist próprio e um gestor responsável do primeiro dia.
Sinais de que é hora de agir agora
Já escrevemos sobre os 7 sinais de que está na hora de trocar. Se você marcou dois ou mais, não espere a próxima assembleia ordinária — convoque uma extraordinária.
Peça o diagnóstico gratuito da Elite: analisamos as contas atuais do condomínio e mostramos, com números, o que dá para melhorar.